segunda-feira, 21 de outubro de 2013

TUIA JACARÉ: Bonsai em cascata, antes e depois.

Vamos mostrar neste Post um - ANTES E DEPOIS - de uma técnica de se extrair um Bonsai diretamente da Natureza, ou seja, retirar uma planta / árvore que está plantada na Natureza e tem um potencial para ser trabalhada, plantada em um vaso estilo bandeja, para ser considerado um bonsai, independente do tempo que cuidada, podada e tratada neste vaso. Este estilo de obtenção de um Bonsai praticamente já adulto é chamado de YAMADORI.

ANTES:
Tuia jacaré (Juniperus horizontalis) extraído da Natureza.
Geralmente as plantas para Bonsais retiradas da Natureza estão em uma situação muito precária, por vezes até plantado em um substrato inapropriado. O que se deve fazer então é retirar com cuidado esse substrato de suas raízes, limpar bem a planta e podar os galhos e agulhas (Como se fossem as folhas no caso dos Jupiperus.) para que os restantes possam respirar e receber os raios de sol necessários.

DEPOIS:

A Tuia jacaré já no vaso.
Depois de trocado o substrato, limpado e podado de acordo, o Juniperus horizontalis foi acomodado em uma bandeja de acordo, com musgo, pedra e pedrisco, dando um toque especial para a planta.

Temos esse e muitos outros Bonsais para você apreciar e adquirir em nossa loja, os preços variam de R$ 24,00 até R$ 350,00. Vale a pena conferir!


segunda-feira, 14 de outubro de 2013

PETÚNIA: Ideal para jardineiras!


Nome Científico: Petunia x hybrida
Nomes Populares: Petúnia-comum, Petúnia
Família: Solanaceae
Categoria: Flores Anuais
Clima: Mediterrâneo, Subtropical, Temperado
Origem: América do Sul, Argentina
Altura: 0.1 a 0.3 metros
Luminosidade: Meia Sombra, Sol Pleno
Ciclo de Vida: Anual

As petúnias-comuns são plantas bastante indicadas para o regiões amenas. Apresentam um florescimento vistoso e abundante que se inicia no final do inverno e se estende pela primavera. A folhagem é delicada e macia, com folhas ovaladas e pequenas. De florescimento precoce, é uma das primeiras floríferas de jardim a ser comercializada antes do início da primavera. As flores podem ter diversas formas, são grandes e se apresentam nas cores, branca, vermelha, rosa, violeta e roxas e diversas tonalidades e combinações entre estas. Presta-se à formação de canteiros, maciços e bordaduras, assim como em vasos e floreiras conferindo romantismo e sofisticação ao jardim.

Deve ser cultivada a pleno sol em substrato bastante fértil, enriquecido com matéria orgânica, com irrigações periódicas. Aprecia o frio. Apesar de perene, deve ser tratada como anual, pois perde a beleza com o tempo. Multiplica-se por estacas, mas principalmente por sementes.

Fonte: Jardineiro.net

terça-feira, 8 de outubro de 2013

ORQUÍDEAS: Cattleya walkeriana.

Uma das espécies mais caras de Orquídea.
Cattleya walkeriana foi descoberta por Gardner, em 1839, próximo ao rio São Francisco (MG). Seu nome foi dado em homenagem ao seu fiel assistente, Edward Walker, que o acompanhou em sua segunda viagem ao Brasil a serviço do Jardim Botânico do Ceilão, no Sri Lanka.

O brasileiro Barbosa Rodrigues descreveu, em 1877, a Cattleya princeps, hoje considerada uma variedade da Cattleya walkeriana.
A Cattleya walkeriana, hoje mundialmente conhecida e apreciada pelos belíssimos híbridos que tem produzido, é encontrada nas regiões mais diferentes do Brasil, seja crescendo sobre pedras, no Estado de Goiás, ou sobre árvores, nos Estados de São Paulo, Mato Grosso e Minas Gerais, sempre próxima às águas de lagos, rios ou pântanos. São plantas de cultivo extremamente fácil, que os orquidófilos do mundo inteiro já dominam. Deve-se destacar que a maioria das plantas que hoje se encontram nas coleções foram produzidas por semente ou meristema (clonagem).

A fácil adaptabilidade dessa espécie se comprova na maneira como é cultivada. No Brasil, que abriga todos os tipos de clima, temos visto a Cattleya walkeriana cultivada em vasos de cerâmica baixos e furados (chamados piracicabanos), em vasos comuns com xaxim desfibrado, em pequenos pedaços de casca de árvore (peroba, aroeira, ipê, etc.), em casca de pinheiro, em placas de xaxim ou, ainda, em muros de pedra. É uma planta que tolera muito bem a luz solar intensa, porém não direta. Gosta de ambientes úmidos e bastante ventilados, detestando substratos encharcados.


Em Rio Claro (175 km ao norte de São Paulo), resistem muito bem às altas temperaturas de verão (38°C), assim como às baixas temperaturas de inverno (10°C), ocasião em que devem ser protegidas do vento frio do sul e ter suas regas diminuídas.


O pico de floração é no mês de Maio, o que lhe faculta os mais variados cognomes: flor de Maria, flor das noivas, flor das mães, flor de inverno, etc. Após o aparecimento das flores, dá-se a brotação pesada, por volta do mês de Agosto, período em que deve-se intensificar as regas e a adubação para a formação do bulbo vegetativo. É importante lembrar que a Cattleya walkeriana pode florescer em broto especial ou em broto com folha comum (Cattleya walkeriana variedade princeps, que floresce em Setembro).


É uma planta extremamente sensível às divisões (separação de mudas). Para poupá-la, deve-se evitar a floração no ano seguinte à divisão. Com este cuidado, ela economiza forças. Quando a planta mostra os botões, deve-se cortá-los utilizando ferramenta esterilizada para evitar contaminações, vírus ou bactérias. Isto pode ser feito usando-se a chama de um isqueiro ou vela por uns trinta segundos na lâmina da ferramenta.


Nesta espécie, são encontradas as formas tipo lilás, alba (branca), coerulea (azulada), semialba (branca com labelo lilás), lilacínea (rosada), flammea (lilás com riscos púrpura), vinicolor (vinho), entre outras.


Fonte: Wikipedia.



segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Adubação Foliar.


A adubação foliar é um processo de nutrição complementar à adubação via solo, acrescentando inclusive que deve haver a preocupação em aplicar adubos de solo que forneçam outros nutrientes além do NPK.

Este tipo de adubação é mais comumente utilizado na agricultura, em produções como as de arroz, café, soja, laranja, entre outros. Já para as plantas ornamentais, aquelas que se utilizam em paisagismo, o uso se restringe a algumas espécies de bromélias e orquídeas.

De qualquer maneira, é imprescindível que seja feita uma consulta detalhada com profissional especializado, o qual poderá indicar a melhor solução para cada caso. As principais vantagens da adubação foliar são:

Os nutrientes aplicados via foliar são rapidamente absorvidos pelas folhas das plantas, corrigindo as deficiências ou evitando que as mesmas se manifestem – as plantas absorvem cerca de 90% do adubo, sendo que uns elementos são mais assimiláveis que outros, enquanto isso, o adubo colocado no substrato perde cerca de 50% de sua eficiência – minutos após a aplicação do adubo, ele completa uma primeira fase de absorção e no fim de algumas horas chega às raízes.
Aumenta o aproveitamento dos adubos colocados no solo, principalmente os NPK, pois as plantas terão maior capacidade de absorção.
Pode-se aplicar o nutriente específico na fase em que a planta apresentar maior demanda deste, isto é, nos momentos mais críticos.
Estimula o metabolismo vegetal devido à rápida absorção e utilização dos nutrientes, o que proporciona estímulo na formação de aminoácidos, proteínas, clorofila, etc.
Na aplicação das soluções para este fim, é importante observar o PH (acidez/alcalinidade), pois as plantas só absorvem os nutrientes numa estreita faixa de PH e esses valores irão variar dentro de certos limites de acordo com cada espécie vegetal.

Como é o mecanismo de absorção? Os estômatos (as estruturas que compõe a camada superficial das folhas) são os responsáveis pela maior parte da absorção dos nutrientes, mas a própria cutícula que recobre as folhas, quando hidratada, permite a passagem dos nutrientes; ela é permeável à água e às soluções de adubo.

Para melhorar as condições de absorção das folhas, costuma-se adicionar às soluções nutritivas substâncias denominadas agentes umectantes, que pela sua ação adesiva, impedem que a solução escorra por ação da gravidade, e por sua ação umectante dificultam a evaporação da água, mantendo os nutrientes mais tempo em contato com a superfície foliar. A concentração da solução depende da tolerância de cada planta, e não devem ser aplicadas nas horas mais quentes do dia (entre 9 e 16 horas).

O uso simultâneo do adubo com pesticidas, fungicidas, etc., se não for bem equacionado, pode trazer problemas de incompatibilidade ou desequilíbrio da fórmula do adubo.

Algumas pessoas argumentam que a adubação foliar é muito cara, no entanto, deve-se lembrar que ela deve ser complementar, sendo que as quantidades utilizadas são pequenas. E mais, observe que a escolha do adubo é muito importante, pois alguns elementos utilizados de maneira errada podem queimar as plantas. Fique atento!

Fonte: Jardineiro.net


...

Aqui em nossa loja você encontra os principais adubos foliares do mercado e que vão poder lhe servir da melhor maneira possível! Venha conferir, veja a localização de nossa loja.

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

JÁ É PRIMAVERA!!! Viva as Flores!


Segundo a Wikipedia:

A primavera é a estação do ano que se segue ao Inverno e precede o Verão. É tipicamente associada ao reflorescimento da flora e da fauna terrestres.

A Primavera do hemisfério norte é chamada de "Primavera boreal" e a do hemisfério sul é chamada de "Primavera austral". A "Primavera boreal", no Hemisfério Norte, tem início em 21 de março e termina em 21 de junho. A "Primavera austral", no Hemisfério Sul, tem início a 22 de setembro e termina a 21 de dezembro.

Do ponto de vista da Astronomia, a primavera do hemisfério sul inicia-se no equinócio de Setembro e termina no solstício de Dezembro, no caso do hemisfério norte inicia-se no equinócio de Março e termina no solstício de Junho.

Como se constata, no dia do equinócio o dia e a noite têm a mesma duração. A cada dia que passa, o dia aumenta e a noite vai encurtando um pouco, aumentando, assim, a insolação do hemisfério respectivo.
Estas divisões das estações por equinócios e solstícios poderão ser fonte de equívocos, mas deve-se levar em conta a influência dos oceanos na temperatura média das estações. Na Primavera do hemisfério sul, os oceanos meridionais ainda estão frios e vão aos poucos aquecendo, fazendo a Primavera ter temperaturas amenas ao longo desta estação. Mas na do hemisfério norte, por ser maior a parte continental, as temperaturas costumam aumentar mais rapidamente.

...

Etimologicamente a palavra Primavera significa época primeira, aurora, juventude, primeira verdade. É um período que vai, no hemisfério Sul, do equinócio de setembro (dia 22) até o solstício de dezembro (dia 20).

Os Mestres da Harmonia ensinam que o homem deveria observar, seguir e orientar-se com as mudanças e principalmente com a manifestação da natureza.

Cada estação do ano tem suas próprias características e energias que fluem da natureza, principalmente o reino vegetal que representa a verdadeira harmonia, a qual o homem deveria cultivar com a Energias e com
o mundo que o rodeia.

...

Deixando um pouco os detalhes técnicos e espirituais de lado, o que sabemos é que a Primavera é a estação mais bonita, colorida e com um clima extremamente agradável.

Aqui em nossa loja as flores estão presentes em todas as épocas do ano, no entanto, na Primavera elas estão ainda mais exuberantes e muito mais vivas! Venha conferir, nos faça uma visita e sinta-se feliz!



sábado, 21 de setembro de 2013

DIA DA ÁRVORE: 21 de Setembro. Para nós, todos os dias!

 

No hemisfério sul, o dia 21 de Setembro marca a chegada da primavera, estação onde a natureza parece recuperar toda a vida que estava adormecida pelos dias frios de inverno. O Brasil carrega fortes laços com a cultura indígena que deu origem a este país, um deles é o amor e respeito pelas árvores como representantes maiores da imensa riqueza natural que o Brasil possui.

No Brasil, há 30 anos, formalizou-se então o dia 21 de Setembro como o Dia da Árvore - o dia que marca um novo ciclo para o meio ambiente e o tempo para se reforçar os apelos para a conscientização de todos em favor do meio ambiente. De acordo com o Decreto Federal nº 55.795 de 24 de fevereiro de 1965, foi instituída em todo o território nacional, a Festa Anual das Árvores, em substituição ao chamado Dia da Árvore na época comemorado no dia 21 de setembro.

Conforme previsto no Art 3º, a Festa Anual das Árvores, em razão das diferentes características fisiográfico-climáticas do Brasil, será comemorada durante a última semana do mês de Março nos estados do Acre, Amazonas, Pará, Tocantins, Maranhão, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe e Bahia; Territórios Federais do Amapá, Roraima, Fernando de Noronha e Rondônia. Na semana com início no dia 21 de setembro, nos estados do Espírito Santo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso, São Paulo, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Distrito Federal"

Em algumas regiões do Brasil por força do costume, muitas pessoas não observam que não existe mais a comemoração do Dia da Arvore. O correto é observar qual a semana adequada para a comemoração da Festa Anual das Árvores, de acordo com a localização do estado, última semana do mês de março ou semana com início no dia 21 de setembro.

Fonte: Wikipedia.

...

Para nós, da Fênix Plantas e Jardins, os Dias da Árvore e da Natureza em geral, são todos os dias do ano, afinal que é amante da Natureza como nós e nossos clientes, não precisam escolher um dia para vivenciar e amar as coisas naturais. Venha fazer parte desse time! Viva!!!

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Bulbine: Resistente e não precisa de manutenção!


Nome Científico: Bulbine frutescens
Nomes Populares: Bulbine, Bulbínea, Cebolinha-de-jardim
Família: Asphodelaceae
Categoria: Flores Perenes, Forrações ao Sol Pleno, Medicinal
Clima: Mediterrâneo, Subtropical, Temperado, Tropical
Origem: África, África do Sul
Altura: 0.3 a 0.4 metros, 0.4 a 0.6 metros
Luminosidade: Meia Sombra, Sol Pleno
Ciclo de Vida: Perene

A Bulbine é uma pequena planta herbácea, sem caule, de raízes tuberosas e com folhagem e florescimento ornamentais. Suas folhas suculentas, verdes, alongadas e cilíndricas formam uma touceira a partir da base e são muito semelhantes as folhas de cebola. As inflorescências em rácemo despontam acima da folhagem, durante a primavera e o verão, ou até mesmo durante o ano todo em regiões quentes.

Na espécie típica, as flores são inteiramente amarelas, no entanto já é muito popular também a variedade de flores laranjas “Hallmark”. Em ambas as variedades o centro tem um aspecto de tufo de pêlos, devido aos longos e finos estames amarelos. A bulbine é uma planta muito decorativa, mesmo quando está sem flores, e é apropriada para o plantio em maciços, canteiros, bordaduras ou grupos irregulares, além de vasos e jardineiras.

É versátil e pode se encaixar em diversos estilos de jardins, mas principalmente em jardins tropicais ou de pedras, com outras plantas suculentas e cactus. Também é muito rústica, exigindo pouca manutenção, que restringe-se a adubações anuais, ao corte das plantas que estejam muito altas, com replantio e remoção das inflorescências secas. Sua floração atrai abelhas.

Deve ser cultivada a pleno sol ou sombra parcial, em solo fértil, bem drenável e enriquecido com matéria orgânica, com regas periódicas. Tolerante à seca e a uma ampla faixa climática. Capaz de suportar o frio mesmo que suas folhas sejam danificadas, pois têm uma excelente capacidade de rebrotar na primavera. Multiplica-se por divisão das touceiras e por sementes.


Fonte: Jardineiro.net